segunda-feira, 18 de agosto de 2014

heróis e HERÓI!



Com certeza você já assistiu filmes sobre super-heróis. Eu nunca fui fã do Super Man. Era fã dos Thunder Cats. Mas também gostava do Rambo e já depois de adulto, gosto do Jack Bauer. Cada um de nós viveu a fase de gostar dos “heróis” da TV e do cinema. Há quem goste do Homem de Ferro, Homem Aranha, X-Man... Conheço até quem goste do Capitão Planeta.  
Quero falar um pouco sobre heróis, mortes, conquistas e vitórias! Desejo lhe convidar para uma aventura em um reino fascinante, cheio de conflitos, medos, temores, mas que de modo fantástico, é tomado pelo poder impactante e imbatível de um herói vitorioso e implacável. Um homem completamente diferente daquilo que esperamos. Nessa história veremos que Ele venceu o maior dos inimigos, derrotou todos os algozes, reconstruiu um “templo” em três dias e conquistou para seus súditos um tesouro com joias perfeitas. Tudo isso, com uma única arma: O AMOR! Vamos? Venha comigo...
Nossa história começa quando o PECADO entra no mundo e seduz o coração do homem (Gênesis 3) que cai e é condenado a morte eterna.  Aquele que fora criado para ser adorador, agora não poderia mais cumprir sua missão. A comunhão perfeita, a amizade intocável e a intimidade plena deram lugar a total incapacidade de adorar, de ter comunhão, de desfrutar de uma relação íntima com o Senhor. O adorador que deveria oferecer uma vida perfeita, agora ESTAVA MORTO em pecados e lhe era completamente impossível agradar a Deus. Todos os seus descendentes nasceriam em condição de pecado e com isso, sua adoração não seria aceita.
Mas o Criador em sua bondade fez uma promessa. Foi dito que um dia, um grande herói viria com todo poder e majestade e derrotaria o mal e devolveria ao homem sua condição de adorador. Os anos se passaram, a crueldade do homem apenas aumentou. Crimes, ódio, idolatria, trevas, morte e angustia pairavam sobre a face da terra.
No tempo devido, um menino nasceu numa manjedoura. E eis que naquele dia, veio ao mundo seu GRANDE HERÓI! O “filho” do Carpinteiro seria o guerreiro prometido e tão esperado por alguns milhares de anos. Apenas aos 30 anos ele começou sua “luta”, sua “guerra” contra os inimigos de Deus.
Mas quais eram suas armas? Que golpes mortais ele tinha? Que palavras mágicas para destruir os inimigos? Que segredos mágicos esse herói teria? Como um carpinteiro poderia salvar o mundo? Ele tinha uma capa mágica?  
Não, Ele não tinha armas poderosas, não tinha um “hadoukein”, não pronunciava palavras mágicas ou dava ordens a soldados, não tinha segredos de magia. Suas armas eram outras. O amor, a misericórdia e o perdão. Com elas Jesus venceu a morte, condenou seus inimigos e conquistou um tesouro de valor inestimável.
Sua batalha nunca foi braçal, seus golpes sempre foram direto no coração. Ele diariamente venceu os corações soterrados pelo pecado. Um dia desafiou uma mulher pecadora a dEle pegar água da vida e “destruiu” sua imagem de adoração, sua falta de retidão moral e a transformou numa adoradora em espírito e em verdade (João 4).  Mas também teve autoridade para transformar um “ladrão” chamado Zaqueu eu súdito de seu reino. Tudo isso com o poder de um Rei cheio de autoridade!
O poder de sua Palavra sempre esteve claro na imensa capacidade de destruir o argumento e os “poderes” falsamente constituídos.  Em todo tempo venceu na guerra das palavras e pelo poder do Deus criador de tudo.
Mas nosso herói morreu! Isso mesmo. Morreu em uma cruz. Foi chicoteado, pisoteado, cuspido, humilhado e em todo tempo, permaneceu calado! Mas que herói sem graça! Que fraco! Nosso herói perdeu? Mas que herói entra numa guerra para morrer? Que herói é esse que morre de forma tão banal? Porque ele não se livrou? Porque não destruiu todos os seus inimigos?
Porque a morte foi seu golpe final! Porque a cruz foi a declaração de vitória do Rei! Na cruz o herói sucumbiu em dor para depois ressurgir com poder e grande glória. Sim,  Ele morreu! Sim, tudo pareceu perdido! Mas NÃO ESTAVA! O herói reviveu e reviveu para vencer a morte e dar ao homem um precioso tesouro, o tesouro da JUSTIFICAÇÃO.
            Há nesse tesouro joias maravilhosas. Amanhã conto para vocês sobre os tesouros.

            Que Deus nos cuide!


Caco Pereira

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