quinta-feira, 5 de abril de 2018

Lula na cadeia, não há o que comemorar!




"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra".

2 Crônicas 7:14

Não vejo motivos para comemorações pela prisão do homem que sem dúvida, é um dos maiores nomes da história desse país.  Ao contrário disso, o Brasil inteiro deveria chorar, lamentar e corar de vergonha, face a tanta desonra e humilhação, pela qual nossa gente passa ao constatar que a nação foi traída por depositar suas esperanças em outra pessoa que não, o SENHOR!

Vivemos dias terríveis e seja qual for o seu lado, caro leitor, você não deveria estar feliz ao ver um ex-presidente da República sendo condenado por corrupção. Ao menos não se você é, ou se diz cristão.

Não me importa se você é um fã incondicional de Lula e seria capaz de ser preso em lugar dele (o que seria idolatria), ou se é um ultradireitista que vibra loucamente com a queda da esquerda. Todos deveríamos chorar.

Não é apenas Lula o condenado. Não é apenas Lula que está sendo preso. Na verdade, um país inteiro está esfacelado moralmente, está sem rumo, sem norte e dificilmente entrará no prumo. A menos que se volte pra Deus, o justo Juiz.

Não é apenas Lula o condenado. São milhões de sonhadores que foram traídos ao longo da história. É uma pátria inteira que não é amada, muito menos idolatrada. É uma nação roubada, envergonhada, falida e lançada na pior das sarjetas. A sarjeta moral.

Não é apenas o PT que sofre um baque indizível. É um povo que já não tem mais em quem acreditar. Ou você é capaz de olhar para o cenário atual e ver alguém capaz de guiar essa nação? Diga que ao pensar ‘neles’ não os vê como ‘farinha do mesmo saco’?

Não há o que comemorar porque tantos outros deveriam estar presos, mas por conveniência, acordo, morosidade ou sei lá o que, continuam livres e cometendo seus crimes. Ou você meu irmão, acha que Lula é o único? 

O Brasil estampa os jornais do mundo inteiro. Não pelas suas belezas naturais ou pelo talento esportivo, por sua cultura ou mesmo pela fé de sua gente. Nosso desenho é feio, nossa imagem é suja. Como podemos comemorar?

Como podemos ficar felizes ao lembrar que sonhos foram roubados? Como podemos ficar felizes quando descobrimos que o medo venceu a esperança. Sim, aquele medo suplantou os sonhos de quem um dia acreditou e foi traído por aquele que se dizia porta-voz da esperança.

O ‘Brasil criança’ daquela canção que falava de uma estrela, foi brutalmente violado pelos que se diziam vozes da esperança e salvadores da pátria.

Eu queria outra manchete! Eu queria outra história. Preferia que a ‘estrela’ brilhasse com o amor real e transformador por essa nação.

Por isso penso que o momento é de dor, lamento e profunda tristeza. Nossa bandeira deveria estar a meio mastro. Deveríamos estar enlutados. Ainda que desejosos que justiça seja feita, que os crimes sejam pagos, ainda assim, deveríamos lamentar profundamente.

Por fim, se queremos um país realmente transformado, é momento de nos prostrarmos perante o Único diante de cujos pés devemos derramar nossos sonhos, anseios e esperanças.

Se queremos um país realmente livre, prostremo-nos ante o trono da graça, jejuemos e, oremos por essa nação, confiados exclusivamente na bondade e misericórdia do Senhor Deus.


Pr. Ricardo Pereira
um brasileiro entristecido


sábado, 24 de fevereiro de 2018

Por um ‘amor de ato’


 Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade”. 
1 João 3:18

Por esses dias pude experimentar de forma muito clara o amor sendo praticado por uma rede de pessoas comprometidas com o Reino.  Em uma situação de emergência dei um telefonema, apenas uma e algumas pessoas se mobilizaram e agiram com um amor indizível.  Esse fato ilustrado pela foto do meu irmão Israel Barros foram pano de fundo para uma reflexão sobre a necessidade de um ‘amor de ato’.

Leia, mastigue e reflita. Se valer a pena compartilhe. Se não valer, delete do ‘hd’.

Sou inimigo de qualquer manifestação de amor meramente retórico. Em tempo algum acreditei apenas em palavras. Sempre fui adepto da ideia de que amor de fato é amor de ato e de que amor sem ato é só ‘boato’.

Quando olho para as palavras e ações de Cristo, registradas na Escritura, para o amor de Paulo pela obra do Senhor, para as exortações quanto a necessidade de um amor ativo, sinto-me ainda mais incomodado com uma igreja que a cada momento parece caminhar num caminho complicado em direção ao que chamo de ‘amor retórico’.

Dói abundantemente a alma ver a Igreja cada dia mais letárgica na manifestação de um amor que age em favor do outro. É estranho que que a busca pelo bem do próximo em resposta grata e prazerosa ao amor de Deus seja deixada de lado e que o ‘amor de ato’ sucumba ao poder do legalismo.

Passo longe de querer transformar o cristianismo numa espécie de balcão de assistencialismo. Fujo para muito, mas para muito longe da malfadada ‘Teologia da Libertação’, mas acredito que precisamos urgentemente ser uma Igreja que ama com um amor em ação. Carecemos ser tomados de compaixão, de empatia e de desejo de mudar histórias.

Um cristianismo que não molda o caráter a ponto de me fazer querer agir para mudança do outro é qualquer coisa, menos o cristianismo bíblico. Amar a Deus inevitavelmente me fará querer fazer seus feitos conhecidos. Torná-lo conhecido não é um exercício meramente retórico. Ao contrário disso, é ação! Anunciai entre as nações a sua glória; entre todos os povos as suas maravilhas", Salmos 96.3

Mas há esperança em meio a esse cenário cruel. Sim, ainda há um amor de ato, ainda há gente que tem prazer em amar a Deus amando seus irmãos e amigos, sendo agentes de transformação. Tornando o nome de Cristo conhecido através de uma pregação fiel, bíblica e de atos que corroboram com essa pregação.

Ainda há gente que dedica seus dons e talentos ao serviço do Rei, servindo aos outros, sem esperar trocas, barganhas, aplausos, louros. Essa gente age em uma disposição de amor e gratidão, fruto da convicção de que Cristo amou de ato e não apenas de palavras.

Precisamos urgentemente nos levantar em meio a uma geração letárgica e evidenciar que o cristianismo nos moldes bíblicos é mais que religião, é transformação pessoal que gera um desejo irresistível de adorar a Deus e que reflete em todas as áreas da nossa vida, que nos habilita como ‘embaixadores de Cristo’ a sermos mediadores entre dois mundos.

Precisamos evidenciar que o amor de Cristo se fez realidade em nossa vida e isso é possível quando amamos uns aos outros, não meramente em palavras, mas principalmente em ações!


 Ricardo Pereira



quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Choro a morte de mais dois pastores que cometeram suicídio



Sempre que leio notícias como essa, minha alma fica extremamente abalada. Dói o coração ver pessoas desistindo da vida. Mais abalado ainda, fico quando pastores sucumbem perante a falta de desejo de viver e se rendem, não a vontade de morrer, mas à morte como finalizadora das dores.

Não sei os motivos que os levaram a desistir de tudo, mas sei que algumas cargas são pesadas demais e sei que muitos esperam que pastores sejam superpoderosos, infalíveis, incansáveis, imunes as dores das vida. NOSSA, QUANTA INJUSTIÇA!

Nalgumas vezes sentimo-nos sós, abandonados, acoados, aflitos...

Nalguns momentos não encontramos nem mesmo em outros pastores a tal 'destra da comunhão'.

Diversas vezes choramos sozinhos, pois não encontramos no outro, um ombro e um abraço. Ao invés disso, dedos em riste, apontam e condenam.

Choro agora pelas famílias despedaçadas que sofrem duas vezes. Sofrem as perdas prematuras e os julgamentos contínuos que viverão. Afinal, são filhos, esposas, mães e pais de um pastor que cometeu suicídio. E os teólogos de plantão discutirão para onde vão os espíritos dos suicidas. Até porque é mais fácil ‘encomendar’ o corpo, do que cuidar da alma.  

Choro agora porque sei quão pesados são os fardos. Não refiro-me ao pastoreio como fardo. ISSO É PRIVILÉGIO. Fardos são os pesos da religiosidade, as cobranças desmedidas e descabidas. São o abandono que muitas vezes nós mesmo impomos aos que amamos, são os juízos sem amor, sem graça e sem qualquer misericórdia.

Quantos pastores perderam famílias, honra, dignidade! Quantos homens de Deus têm passado privações, tem sido humilhados, alvos de fofoca, de intriga, de ultrajes e de toda sorte de maldade por parte de gente que se diz 'irmão'.

Quando vamos aprender que pastores choram, sofrem gemem, vacilam, decepcionam, se decepcionam? Mas que sendo, pecadores que amam a Cristo, deveriam ser alvos do amor de quem se diz Igreja de Cristo.

De todas as dores que já vivi, a maior delas foi causada pelo ABANDONO. Nada é pior para um pastor do que sentir-se só, inútil, desprezado.


Lamento profundamente que esses irmãos tenham desistido. Oro por suas famílias. Que Deus os console e que não os permita desistir da caminhada.

Choro ao ler sobre isso porque sei o que é sofrer dores indizíveis. Sei o que é olhar para os lados e não ver sequer a mão de irmão. Sei o que é 'olhar a morte' e pensar: “É, parece que apenas tu me queres”. Sei o que é cortejar com o desespero.

Não quero engrossar a fila dos ‘juízes dos suicidas’. Prefiro estar na fila de quem estende a mão. Sei quão maravilhoso foi ter mãos estendidas para mim. Quero ser compassivo, pois encontrei compaixão. Prefiro ser misericordioso porque fui alcançado pela Misericórdia.

Lamento profundamente que esses irmãos tenham sucumbido. Lamento mais ainda por saber que não serão os últimos, infelizmente outros homens de Deus ao redor do mundo estão ‘entregues’ as dores e ao desespero.

Choro as dores de meus irmãos pastores. Elas são minhas também.

O Supremo Pastor haverá de fortalecer-nos em meio às cruéis aflições. Mesmo sendo falíveis como somos, corramos para os Seus braços, encontremos n’Ele refúgio e refrigério.

Por fim,  pastores carecem de cuidado, oração, amor e zelo! Orem, amem e cuidem dos seus pastores.

Pastores precisam ser PASTOREADOS!


Ricardo Pereira


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

NÃO 'apenas' ame, SE



Se o seu amor não tiver raízes profundas no AMOR DE DEUS;
Se o seu amor não estiver pronto a dizer VERDADES DURAS;
Se o seu amor não estiver disposto a ser DISCIPLINADOR;
Se o seu amor não estive disponível para COMBATER O PECADO;
Se o seu amor não for capaz de CARREGAR AS CARGAS ALHEIAS, como suas;
Se o seu amor não conhece o significado de COMPAIXÃO;
Se o seu amor não for irmão gêmeo da MISERICÓRDIA;
Se o seu amor não não for o melhor amigo da GRAÇA;
Se o seu amor não for embaixador da PAZ;
Se o seu amor não promover em DEUS a ALEGRIA;
Se o seu amor não tiver fundamento nos PRECEITOS BÍBLICOS;
Se o seu amor não o fizer pronto a PROCLAMAR de Deus, O AMOR;
Se o seu amor não ODEIA tudo o que DEUS ODEIA...
Se o seu amor não SOFRE COM O PECADO do outro;
Se o seu amor não deseja TRANSFORMAÇÃO de vida;
Se o seu amor NEGOCIA PRINCÍPIOS;
Se o seu amor for um sentimento meramente PERMISSIVO;

Amor só o é, de fato, se lhe fizer capaz de amar o outro como imagem e semelhança de Deus. Quando vir o objeto do amor assim, jamais quererá que essa “imagem de Deus” no seu próximo, seja manchada por quaisquer coisas que ofendam a santidade d’Aquele que o fez amar.

Que Deus nos conduza ao amor que não é um mero abrir a boca e dizer palavras bonitas, mas é resultado de uma alma rasgada e transformada pelo Amor incondicional que se permitiu dilacerar na cruz e ressurgiu glorioso, por amor.

Que o DEUS do amor nos ensine a de fato AMAR!


Ricardo Pereira
buscando amar!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Sobre culpas, mazelas e recomeços... Uma carta para você

Gostaria de escrever mais uma das minhas ‘cartas’. Dessa vez meu destinatário é você. Sim, você mesmo que está lendo agora. Nem sei se é homem, mulher, negro, branco, índio, europeu, gay, bi, hétero, de direita, de esquerda, qual seu time, sua comida preferida, enfim, não sei nada sobre você, nem preciso saber. Mas quero falar um pouco com você. Pode “me” ler por alguns minutos? Vamos lá?


Oi,

Como andam as coisas? Complicadas ainda? Ainda há feridas a serem cicatrizadas? Ainda há dores machucando a alma? Ainda há dedos em riste? Talvez você pense que venho lhe dizer uma porção de palavras lindas, lhe indicar versículos de “vitória” ou alguma palavra de autoajuda, ou “promeça” – assim mesmo – de que sua vitória vai ter sabor de mel. Sinto muito, mas lhe desapontarei. Não venho lhe dizer coisas bonitinhas. Por amor, preciso fazer isso.

Bem, deixa eu ser bem sincero: Algumas dessas dores, lamentos e tristezas que tem vivido, são culpa sua. Você sabe que são; e se sou seu amigo, preciso dizer isso assim, na lata, sem meias palavras, sem um falso amor que esconde verdade duras. Você tem muita culpa nisso tudo! Então, na boa! Pare de culpar os outros, pare de arranjar desculpas, assuma suas culpas, levante e mude os caminhos, refaça a história e seja aquilo que de fato é pra ser. Pare de lançar nos lombos dos outros as cargas que são suas.

Sei que vai lembrar de tudo que tem vivido, das decepções, das tristezas, enfim, de tudo que os outros lhe fizeram e fazem e que lhe causa tanta dor. Mas hoje queria lhe chamar atenção para o que suas escolhas têm feito, sobre o que você tem vivido como decisão sua e não dos outros.

Nós temos a mania de sempre arranjar culpados. Outro dia, estava lendo minha Bíblia, e vi um texto do profeta Jeremias, no Livro das Lamentações. Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados”.

O povo de Deus estava sendo escravizado, sofrendo nas mãos dos inimigos e Jeremias os convida a se queixarem deles mesmos. Era hora de refletir sobre suas próprias ações contra Deus. Se eles queriam recomeçar precisavam aprender sobre culpas como causadoras das suas dores.

Você quer mesmo recomeçar? Então o primeiro passo é o do RECONHECIMENTO de suas culpas, mazelas, incapacidades. Não um reconhecimento para remorso ou para acomodação do tipo ‘Gabriela -  eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim -, mas um ato de total desprezo aquilo que tem se tornado em virtude do pecado que escolheu viver diariamente. Quer mesmo fazer queixas? Queixe-se então do enorme crime de não buscar viver para Deus, de ter feito de si mesmo um deus de egoísmo, de ambição, de maldade e de uma porção de pecados eivados em sua alma, e que a cada dia lhe tornaram mais odiável perante o Deus Santo.

Cara, você está sendo duro e demasiadamente cruel. Você poderia me dizer. Foi exatamente isso que senti quando ‘Jeremias’ me mandou parar de eleger culpados para as culpas que são minhas. Eu tive raiva do profeta, afinal de contas, quem era ele para me mandar queixar-me de mim mesmo? Mas lembrei que ele foi apenas ‘boca de Deus’ e que, a fala dura da Escritura, era na verdade a transformadora voz do Deus que me ama dizendo: Ei, pare e venha! Achegue-se a mim!

Sabe, nos últimos anos eu vivi a terrível realidade de arranjar culpados para minhas dores, para minhas lutas, para ‘covas’ que eu mesmo havia cavado e nas quais agora sucumbia. Mas na verdade, o grande culpado era eu mesmo. Eu havia me distanciado de Deus, magoado pessoas, havia entristecido o Espírito, eu errara o caminho e buscava em outros pecadores como eu, as culpas que eram minhas. De verdade, talvez você esteja fazendo o mesmo, por isso, digo cheio de amor: Quer recomeçar? Queixe-se de si mesmo! O exercício é fantástico.

Quando continuei ouvindo a voz de Deus na Escritura percebi que era preciso avaliar o que sou, medir a mim mesmo, e não aos outros “Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o SENHOR”. Se eu quisesse realmente reencontrar a felicidade, precisaria me voltar para o Senhor Deus. Não como um pedinte de coisas, mas como um pecador desgraçado, arrependido e convicto de que não merecia nada de d’Ele. Era hora de derramar minha alma ante o trono da graça e clamar pelos cuidados do Deus do recomeço. Era momento de como o ladrão na cruz pedir para que Ele se lembrasse de mim. Precisava como o moço da parábola, sair do meio dos porcos e clamar por migalhas vindas do Pai.

Por isso lhe digo com toda convicção do meu coração. Ainda que você esteja com a alma abatida cruelmente, com o coração eivado de dores, angústias, culpas, e medos, invoque ao Senhor! Adore ao Senhor! Clame ao Senhor!


Com o coração tomado de fé e alma rasgada em arrependimento, lance sua vida diante d’Ele. Tenha certeza que Ele sairá em seu socorro. Não para lhe atender caprichos ou para lhe promover vinganças egocêntricas, mas para tratar intimamente das suas mazelas, daquilo que lhe apodrece a alma e lhe torna odiável perante Ele.

Nesse dia você poderá dizer que: “Da mais profunda cova, SENHOR, invoquei o teu nome”. E ainda mais: “De mim te aproximaste no dia em que te invoquei; disseste: Não temas.  Pleiteaste, Senhor, a causa da minha alma, remiste a minha vida”.

Olha, nós dois somos pecadores miseráveis. Não importa quais os meus e os seus, eles são pecados horríveis e nos afastam de Deus. Mas Ele é rico em bondade e misericórdia e pela obra de Cristo Jesus, na cruz do calvário Ele nos faz trilhar um novo e vivo caminho, um caminho de recomeço, de vida e alegria. Não de modo transitório, mas um caminho de eternidade.

Então, não sei quais suas culpas, suas dores e mazelas, mas de uma coisa eu sei. Ele e somente Ele pode lhe conduzir...
Que sua oração seja: Converte-nos a ti, SENHOR, e seremos convertidos!

Deus lhe cuide!
Um grande abraço!

Caco Pereira


Ps.: Leia Lamentações de Jeremias Capítulo 3